Técnico segurando um conector estanque em T ao lado de uma caixa de passagem enterrada no gramado de uma quadra

Um case de conexão só ensina algo quando nele se identificam o modo de falha que dominava a aplicação e a decisão de projeto que o neutraliza.

É com essa lente que leio a segunda metade da apresentação “Aplicações Complicadas e Hostis”, que a Techno do Brasil levou ao Mundo SENAI de Marechal Cândido Rondon (PR) e que descrevo no guia sobre a empresa. São cases de campo, quase todos com o selo “Aprovado pelo Cliente”; para cada um, busco o mecanismo físico que justifica a escolha.

A caixa que enche de água e o conector que ficou seco

Conector elétrico estanque aberto, com fios brancos e verdes secos, em meio à terra de uma caixa de passagem, na inspeção feita quatro anos após a instalação
Inspeção quatro anos depois da instalação. Foto: Techno do Brasil.

Cenário. Iluminação de uma quadra de futebol, com instalação subterrânea e submersa. Um dos slides do case cita Mogi das Cruzes (SP). As emendas ficam em caixas de passagem enterradas no gramado, que enchem de água a cada chuva forte.

Modo de falha dominante. Imersão de longa duração. A pressão hidrostática numa caixa rasa é pequena, mas permanente; o que derruba a emenda é o tempo. A borracha da vedação sofre deformação permanente por compressão (o chamado compression set): com meses de carga e temperatura, perde a capacidade de voltar à forma e a interface afrouxa.

Decisão de projeto. Derivação THB.402. Segundo o catálogo geral da Techno, a série TH402 é uma derivação em T de três vias, IP68 e IK07, para até 6 polos, 32 A e 450 V. O IP68 é o grau para submersão permanente; a vedação é mecânica, sem resina ou gel, o que torna o ponto reabrível.

O que o case mostra. O relato do instalador, reproduzido no slide e publicado no Instagram, diz que, quatro anos depois, ele abriu o conector para verificar a eficiência e não encontrou vestígio de água, numa caixa que fica cheia nos dias de chuva.

Por que esse dado tem peso técnico. É uma observação única, mas é do tipo certo: condição real de campo, tempo longo e conjunto reaberto para inspeção. O ensaio IP é de curta duração, com o conjunto novo; quatro anos submerso falam sobre envelhecimento da vedação, que o ensaio não cobre. E só foi possível olhar porque a emenda não estava encapsulada em resina: uma conexão reinspecionável é uma conexão que cabe num plano de manutenção.

O que cada grau promete, e o que fica fora do ensaio, está em IP66, IP68 e IP69K: o que significam.

Mapa dos cases por ambiente

Os cases vão de iluminação pública a painéis de máquina. Os códigos abaixo são os que aparecem nos slides.

AmbienteAplicaçãoSolução citada
Enterrado, submerso e externoIluminação de quadra de futebol, subterrânea e submersaTHB.402
Iluminação pública subterrânea (Curitiba)THB.370
Iluminação industrial externa, fabricante de máquinas agrícolasTHB.391.R4A.L com xDRY
Iluminação externa e embutida de soloTHB.391.A4A
Iluminação no setor de celuloseTHW.400.5-13,5 8-17
Telemetria de dutos de saneamentoCaixa 210 + conectores 381 e 387
Sonda de controle de pureza da águaTHB.387.N4A xDRY
Mesa plana em papel e celuloseTHB.391.A4A
Calor, umidade e lavagemMáquina de massas, 85 °C contínuos e 90% de umidadeTHB.387.A4A
FrigoríficoTHB.405.S5A
Motores em indústria de arrozTHB.387
Motores de ferramentas (OEM)Família THB.387, 4 polos
Máquinas industriaisTHB.387
Sinal, pesagem e segurançaInstrumentação em campo, distribuidora de gásTHB.381
Sensor de pHTHB.400 + THB.381.A2A + THB.381.B2A
Balanças de 2 e 4 célulasTHB.389 (A4E/B4E) + THH.629.Y4EU
Proteção de sensor de alinhamento (papel e celulose)Solução de proteção do sensor
Chave de travamento de proteção e torre de segurançaTHB.405.A8A + THB.405.B8A
PainéisPainéis de máquinas, solução customizadaTHB.381, THB.384, THB.405, THB.406
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Enterrado, submerso e ao tempo

O grupo mais numeroso é o da iluminação e da infraestrutura externa. É onde a conexão enfrenta ao mesmo tempo chuva, sol, terra, ciclo térmico diário e alagamento.

Iluminação pública subterrânea em Curitiba (THB.370)

O problema aqui é de confiabilidade em série. Num circuito de iluminação pública, cada emenda enterrada funciona como um elemento em série: Rsistema = R1 × R2 × … × Rn. Com números ilustrativos, 20 emendas com 99% de confiabilidade anual cada resultam em 0,9920 ≈ 0,82, ou seja, cerca de 18% de chance de pelo menos uma falha no ano naquele trecho. Há duas alavancas: reduzir o número de interrupções e elevar a confiabilidade de cada uma. O case mostra a instalação subterrânea com a série THB.370, que atua na segunda. A primeira é o que o método da Techno pede ao mandar quantificar todas as interrupções de cabo.

Iluminação industrial externa com xDRY (THB.391.R4A.L)

Num fabricante de máquinas agrícolas, a iluminação externa usa o conector circular THB.391 na versão xDRY. O modo de falha dominante não é a chuva, é a respiração do invólucro. Um volume vedado que aquece ao sol e esfria à noite varia de pressão interna na proporção da temperatura absoluta (ΔP/P ≈ ΔT/T). Esfriar de 60 °C para 20 °C reduz a pressão interna em cerca de 12%, algo como 0,12 bar, o equivalente a uma coluna de 1,2 m de água. Essa sucção puxa ar úmido por qualquer microcaminho, inclusive por dentro do cabo, e a umidade condensa no ponto mais frio.

O ensaio IP não reproduz esse ciclo, e por isso existe proteção anticondensação. Na apresentação, a comparação era direta: no conector padrão, “água dentro do dispositivo”; no xDRY, uma barreira anticondensação entre conector e equipamento. A Techno apresenta a linha como testada 100% e, no catálogo, associa a ela uma redução de 90% nas infiltrações. O mecanismo completo está em Condensação e infiltração de água em conexões.

Iluminação externa e embutida de solo (THB.391.A4A)

Luminária embutida no piso combina três solicitações: água de cima, umidade de baixo e carga mecânica, às vezes de roda de veículo. A própria luminária aquece e acrescenta ciclo térmico. O case mostra várias luminárias ligadas com conectores TH391 de 4 polos. Pelo catálogo, a TH391 é um conector circular de emenda, IP68/IP69 e IK07, com ligação por parafuso para montagem em campo. O IK é requisito de projeto: carcaça trincada anula qualquer grau IP.

Saneamento: telemetria de dutos (caixa 210)

Este é um dos poucos cases com texto explicativo no slide. A caixa 210 foi usada na telemetria de dutos de saneamento, que a apresentação descreve como crucial para a gestão de abastecimento de água e esgoto. Ela garante o IP68 da placa eletrônica e conecta os conectores 381 e 387 aos sensores. A mudança de escala é importante: o item protegido é a eletrônica que gera o dado, e a falha típica de PCB em campo úmido é corrosão e fuga por condensação, que aparece primeiro como leitura errada e só depois como falha franca. Com sensores desconectáveis, o sensor troca sem expor a placa.

Sonda de pureza da água e mesa plana em celulose

A sonda de controle de pureza da água usa o THB.387.N4A na versão xDRY. É coerente com o mecanismo descrito acima: o sensor fica em contato com água a uma temperatura e com ar a outra, gradiente que favorece condensação na conexão. Na mesa plana do setor de papel e celulose, o THB.391.A4A aparece em duas fotos datadas, outubro de 2017 e novembro de 2018, sob a palavra “Parceria”. Um ano no mesmo ponto é registro de condição, matéria-prima de qualquer análise de confiabilidade. O mesmo setor aparece com uma solução de iluminação (THW.400) e com a proteção de um sensor de alinhamento.

Calor, umidade e lavagem: motores e máquinas de processo

Aqui o agressor é o próprio processo: vapor, água quente, química de limpeza, vibração e motores que precisam sair para manutenção sem parar a linha.

Máquina de massas: 85 °C contínuos e 90% de umidade (THB.387.A4A)

Numa indústria de massas, o THB.387.A4A foi instalado no motor de uma máquina que trabalha, segundo a apresentação, a 85 °C contínuos e 90% de umidade, com inspeção oito meses depois (fotos do conector e do prensa-cabo). É um dos ambientes mais severos para um ponto elétrico, porque soma três mecanismos. A temperatura acelera o envelhecimento e o compression set do elastômero; pela regra prática de Arrhenius, a velocidade dessas reações químicas cresce de forma exponencial com a temperatura. A umidade explora qualquer folga que a vedação deixe ao envelhecer. E a vibração do motor produz micromovimento nos contatos, com corrosão por atrito (fretting), oxidação, aumento da resistência de contato e aquecimento localizado.

A série TH387 é um plugue e soquete com bloqueio por rotação e, segundo o catálogo, suporta até 1.000 ciclos de conexão. O bloqueio mecânico limita o micromovimento; os ciclos garantem que a desconexão frequente do motor não degrade o contato. Para replicar uma aplicação quente, a boa prática é conferir a temperatura de operação na ficha da série escolhida (a marcação T do produto), além da faixa geral do material, que a Techno informa de −40 °C a +125 °C. O roteiro dessa conferência está em Como escolher conectores elétricos industriais.

Frigorífico (THB.405.S5A)

Frigorífico combina frio, lavagem com água quente e química. O choque térmico da lavagem numa conexão fria é a versão acelerada da respiração descrita acima. O case usa a série TH405, que o catálogo descreve como plugue e soquete em baioneta, para até 8 polos, 25 A e 630 V e cabos de até 16,5 mm. Do ponto de vista de confiabilidade, o mérito da baioneta é eliminar o estado intermediário: conector mal acoplado tem grau IP efetivo nulo, e o encaixe da baioneta é perceptível na mão e no olho. É um poka-yoke de montagem que funciona depois de cada higienização.

Motores: indústria de arroz e fabricante de ferramentas

Dois cases mostram a família THB.387 em motores. No beneficiamento de arroz, o agressor é poeira fina com vibração. No fabricante de ferramentas (aplicação OEM), a versão é de 4 polos e o conector sai de fábrica no motor. A decisão relevante aqui é de mantenabilidade: motor que se troca por plugue e soquete não exige refazer borne dentro da caixa de ligação. O tempo médio de reparo (MTTR) cai por projeto, e o risco de inverter fase na religação desaparece, porque a sequência de contatos é fixa.

Quando o que passa pelo cabo é informação

Em potência, uma conexão degradada costuma se denunciar: aquece, desarma, queima. Em sinal, ela engana. Uma fuga resistiva irrelevante num circuito de potência já desloca uma leitura de milivolts. Por isso o modo de falha dominante em instrumentação é a deriva, e não a interrupção.

Instrumentação em campo na distribuição de gás (THB.381)

Transmissor de instrumentação em câmara subterrânea com tubulação amarela de gás e um conector circular destacado por um círculo
Instrumentação em câmara subterrânea. Foto: Techno do Brasil.

Uma distribuidora de gás aparece em mais de um slide, com conectores THB.381 ligando transmissores em câmaras subterrâneas. A TH381 é, pelo catálogo, um micro conector desconectável, IP66/IP68/IP69, com trava push-pull. A câmara sujeita a alagamento define o requisito de estanqueidade; a calibração periódica define o requisito de desconexão. Com plugue e soquete, o técnico retira, calibra e devolve o instrumento sem tocar na fiação, e cada reaperto de borne que deixa de existir é uma oportunidade de erro a menos. Outro case mostra a mesma série combinada com prensa-cabo.

Sensor de pH (THB.400 + THB.381)

Sensor de pH é item de desgaste e vive molhado. A solução combina a caixa THB.400 com o par THB.381.A2A (macho) e THB.381.B2A (fêmea). A decisão de engenharia é separar o consumível do permanente: a caixa protege a derivação fixa, e o par desconectável permite trocar a sonda sem abrir o resto do circuito.

Balanças de 2 e 4 células (THB.389 + THH.629)

Num frigorífico, as balanças de 2 e 4 células de carga foram ligadas com os mini conectores THB.389 (versões A4E e B4E) e a derivação THH.629.Y4EU. Célula de carga entrega sinal da ordem de milivolts. Umidade na ligação cria caminhos de fuga entre condutores, e a oxidação dos contatos altera a resistência do circuito; as duas coisas aparecem como deriva de leitura e, no fim, como quilo dado ou cobrado a mais. Com lavagem diária, a estanqueidade da derivação é parte da exatidão da balança.

Segurança de máquinas (THB.405.A8A + THB.405.B8A)

Uma chave de travamento de proteção foi conectada com o par de 8 polos THB.405.A8A e THB.405.B8A, e outro case, do setor de celulose, mostra o desenho de montagem de uma torre de segurança com travamento. Contato intermitente num circuito de segurança produz paradas indevidas e ensina a equipe a desconfiar do dispositivo. Ligação inequívoca e fácil de inspecionar é requisito; o projeto e a validação do circuito seguem com o responsável pela segurança da máquina. Antes de abrir qualquer ponto desses, o bloqueio e etiquetagem de energias vem primeiro.

Painéis de máquina: trocar o retangular pelo circular

Conector retangular multipolar de 24 contatos montado no painel de uma máquina, com a fiação interna aparente
Conector retangular multipolar do tipo substituído no case. Foto: Techno do Brasil.

O último case é o que mais conversa com projeto de máquina. A Techno substituiu conectores retangulares multipolares de painel por conectores circulares de painel, cabo a cabo, conforme o número de vias:

CaboSolução mostrada
12 viasTHB.406.A1E + THB.405.B2E
8 viasTHB.405.A8A / THB.405.B8A + 6000087LF
3 viasTHB.381.A3E / THB.381.B3E
3 viasTHB.384.A1A / THB.384.B1A + 6000347LA

A troca se justifica por três argumentos de engenharia. Primeiro, a geometria: vedar uma interface circular com um anel radial é mais simples e mais robusto do que vedar o perímetro de um retângulo, onde os cantos concentram a falha. Segundo, o conector de painel, segundo o catálogo, permite ligar e desligar o equipamento sem abri-lo, o que preserva a vedação do invólucro ao longo da vida. Terceiro, conectores diferentes por função tornam fisicamente impossível ligar o cabo errado no lugar errado: poka-yoke por projeto, tema de Lean e desperdícios na escolha de componentes.

Modo de falha e decisão de projeto: o que se repete

Lidos em sequência, os cases cabem numa tabela simples, que é a minha leitura técnica do material.

AplicaçãoModo de falha dominanteDecisão de projeto que o endereça
Caixa de passagem alagadaImersão longa, envelhecimento da vedaçãoDerivação IP68 com vedação mecânica reabrível
Iluminação pública subterrâneaMuitas emendas em sérieMenos interrupções no projeto e emendas mais confiáveis
Iluminação externa, sonda de águaRespiração térmica e condensaçãoBarreira anticondensação (xDRY)
Luminária de soloÁgua somada a impactoIP68/IP69 com IK especificado
Telemetria de saneamentoCorrosão e fuga na eletrônicaCaixa IP68 para a PCB e sensores desconectáveis
Máquina de massasEnvelhecimento térmico e frettingBloqueio mecânico e conferência da marcação T
FrigoríficoChoque térmico e acoplamento incompletoBaioneta com encaixe inequívoco
MotoresMTTR alto e erro na religaçãoPlugue e soquete com sequência fixa
Instrumentação, pH, balançasDeriva de sinal por umidade e oxidaçãoMicro e mini conectores estanques, consumível separado
Painéis de máquinaAbertura do painel e troca de cabosConectores circulares de painel por função

Dessa tabela saem quatro conclusões.

Na minha avaliação, este último ponto é o diferencial. A empresa trata a ligação como sistema (ambiente, cabo, interrupções, conexão, validação), e não como item de catálogo. Projeta para reduzir interfaces e erro de montagem, cobre o modo de falha que o IP não cobre e qualifica o material para o tempo de serviço, e não só para o ensaio. Isso é um diferencial porque desloca a decisão para a fase em que ela é barata. Pela conhecida regra prática 1-10-100, o que custa 1 para prevenir no projeto custa 10 para corrigir na instalação e 100 quando falha em operação.

Quando a falha se repete na sua planta, a pergunta é a mesma de cada case: qual é o mecanismo? A análise de causa raiz e um FMEA bem feito chegam nele. Se os sensores alimentam um sistema de IIoT, a conexão física passa a fazer parte da qualidade do dado. O efeito financeiro dessas decisões está no custo total das conexões.

Os produtos estão no site da Techno do Brasil: Emendas, Desconectáveis, Painéis e Prensa-cabos, e outros vídeos de aplicação estão no canal da empresa no YouTube.

Uma recomendação prática fecha bem o tema: toda vez que a equipe abrir uma caixa de passagem, registre a condição com foto e data. Daqui a quatro anos, esse histórico de campo da sua própria planta vale mais do que qualquer folheto.

Perguntas frequentes

Que tipo de aplicação aparece nos cases da Techno do Brasil?

Iluminação pública e esportiva subterrânea, iluminação industrial externa, telemetria de saneamento, sondas de água, motores, máquinas de alimentos, frigoríficos, instrumentação de gás, sensores de pH, balanças, segurança de máquinas e painéis. O ponto comum é a exposição a água, umidade, calor ou lavagem.

Qual conector foi usado na caixa de passagem que fica alagada?

A derivação THB.402, em T de três vias, IP68 e IK07 segundo o catálogo. O instalador relatou que, ao abrir o conector quatro anos depois, não havia vestígio de água, mesmo com a caixa ficando cheia nos dias de chuva.

Para que serve a versão xDRY nos cases?

Ela cria uma barreira anticondensação entre o conector e o equipamento. O alvo é a respiração térmica: ao esfriar, o invólucro perde pressão interna e puxa ar úmido. Nos cases, aparece na iluminação industrial externa e na sonda de pureza da água.

Por que trocar conectores retangulares por circulares em painéis de máquina?

A interface circular é mais simples de vedar, o conector de painel permite ligar e desligar sem abrir o equipamento, e conectores diferentes por função impedem ligar um cabo no lugar errado.

Posso repetir a mesma solução na minha fábrica?

O caminho é refazer o raciocínio do case: identificar o modo de falha dominante do ambiente, conferir corrente, tensão, polos, seção, diâmetro do cabo e temperatura de operação na ficha da série e só então definir o modelo.

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Fontes

  1. Techno do Brasil. Apresentação “Aplicações Complicadas e Hostis”, conduzida por Mário Adinolfi no Curso de Homologação de Instalações Techno do Brasil, Mundo SENAI, Marechal Cândido Rondon (PR), 06/11/2026.
  2. Techno. Catálogo Geral (CATGENIT102024), versão em português.
  3. Relato do instalador sobre a inspeção após quatro anos (Instagram).
  4. Techno do Brasil: site oficial.
  5. Techno do Brasil no YouTube.

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Aprofunde a tecnologia na fonte

Esta série explica a tecnologia por trás das conexões e o efeito dela sobre o desperdício. Para os dados técnicos de cada item, consulte o catálogo e as fichas no site oficial da Techno do Brasil.

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Sobre o autor

Vagner Soares

Especialista em Lean Manufacturing e Gestão Comportamental

Mais de 20 anos de indústria automotiva e metalmecânica (GM e Dana), especialista em Lean Manufacturing desde 2006. Instrutor e mentor do SENAI no programa Brasil Mais Produtivo, com consultorias, treinamentos e auditorias em mais de 50 empresas, unindo qualidade, produtividade e desenvolvimento de pessoas.