A Farsa da Inovação: O Teatro do Kitsch que Nos Engana!
O Que é Essa História de “Inovação Teatral”?
Prepare-se para a Verdade Nua e Crua!
Você já esteve em uma apresentação que parecia perfeita, mas lá no fundo, você sabia: “Isso não vale nada!”? Essa é a crua realidade do que chamamos de “Inovação Teatral”. O termo, vagamente ligado ao conceito de “kitsch” de Milan Kundera, está presente em organizações disfuncionais onde o que predomina é o superficial, recheado de clichês e emoções rasas. É um espetáculo onde todos aplaudem, mas ninguém acredita.
Nas empresas de hoje, a “Inovação Teatral” se revela um perigo imediato que, além de não gerar valor, o destrói por completo. É uma tática miserável dos líderes que se escondem atrás de apresentações vazias e promessas engrandecidas. Diante disso, a pergunta que fica é: qual é a solução para quebrar essa corrente de enganos?
Como Identificar o Kitsch nas Organizações
O primeiro passo para reconhecer a Inovação Teatral é se perguntar: “O CFO enxergaria algum valor aqui?” E se a resposta for um sonoro “Não!”, bem-vindo ao mundo do kitsch na inovação. Mas atenção: quando se trata de criar algo totalmente novo, a situação se complica. É a chamada Dilema do Inovador, onde o CFO não vê valor em projetos que apresentam zero de retorno imediato. Para escapar dessa armadilha, precisamos de novas métricas: a contabilidade da inovação.
Autenticidade: O Remédio para a Farsa
A autenticidade se torna, então, a única cura viável. Não é apenas sobre a verdade pessoal, mas sim sobre saber se posicionar: “Quem sou eu? O que defendo?” Quando as lideranças têm clareza sobre isso, tornam-se agentes da mudança. Nas organizações que falam a verdade, as reuniões de inovação são factuais e muitas vezes até descontraídas. Chega de migué! O lema é “alvo, real, por favor explique”, e isso muda tudo.
Aqui, não temos espaço para enrolação! Os integrantes da equipe levam seus compromissos a sério e não fogem dos problemas. Aceitar a realidade é fundamental. E, claro, esta é uma zona “sem blá blá blá”.
A Verdadeira Natureza da Autenticidade
O que precisamos entender, de uma vez por todas, é que a autenticidade está ligada a um compromisso genuíno com o bem comum. Onde está o equilíbrio entre o que é bom para a comunidade, para os colaboradores e para a empresa? Essa pergunta é crucial e ignorá-la é uma forma de kitsch. Afinal, todos desses discursos sobre melhorias e inovações só geram dúvidas: “Seremos demitidos por isso?”
O Papel dos Líderes na Criação de um Futuro Autêntico
Os líderes precisam ser a voz da autenticidade, fundamentada em respeito e dignidade. No tempo da inteligência artificial, ser autêntico não é só um diferencial, é uma questão de sobrevivência! O público está cansado de promessas vazias e, por isso, a autenticidade se tornará cada vez mais valiosa. Há uma demanda urgente por liderança sólida que não se deixe enganar pelo espetáculo vazio.
Esta é a hora de nos unirmos contra a farsa da inovação!



































































































































































































































































































































































































































































































































































































































