Bottlenecks That Aren’t Really Bottlenecks

Caos nas Emergências: Pacientes à Mercê de um Sistema Falido!

A Verdade Chocante que Ninguém Quer Encarar!

Emergências em Pânico: O que Está Acontecendo?

Você sabia que as emergências estão se transformando em verdadeiros salões de tortura? Isso mesmo! Recentemente, durante visitas a um pronto-socorro e a um centro de atendimento, eu me deparei com uma realidade aterrorizante: filas intermináveis, espaços superlotados e profissionais da saúde visivelmente exaustos. A pergunta que não quer calar me assombra há anos: Se as emergências estão lotadas, por que expandir a capacidade nunca resolve o problema?

As emergências estão sendo incrivelmente apontadas como as responsáveis por essa situação insustentável. Um dado estarrecedor revela que, em outubro de 2025, mais de 160 mil pacientes na NHS da Inglaterra tiveram que esperar 12 horas ou mais para serem atendidos! É de cair o queixo! O desempenho em relação ao padrão de quatro horas despencou para níveis que jamais imaginávamos, com dezenas de milhares aguardando por uma cama, depois de já ter sido determinada a internação.

Esses atrasos são inaceitáveis e colocam a segurança dos pacientes em risco. É preciso abrir os olhos: chamar as emergências de “gargalo” é um erro que impede que se busquem soluções reais e mais profundas. O que precisamos entender é que os problemas estão muito mais enraizados do que aparentam!

Desvendando os Verdadeiros Impedimentos!

Na verdade, as emergências estão cumprindo seu papel: avaliar, estabilizar e determinar os próximos passos. As verdadeiras agruras começam logo após essa decisão. Os pacientes esperam porque os leitos para internação estão ocupados por quem já poderia sair, mas não consegue por uma série de entraves: desafios na coordenação de cuidados, lacunas na transferência, atrasos no transporte, e regras rígidas sobre alta que priorizam burocracias em vez da eficiência do sistema.

Relatórios nacionais já demonstraram que os verdadeiros fatores que contribuem para essas longas esperas são as altas demoradas e o fluxo interno, e não apenas a capacidade das emergências. Elas são apenas o ponto mais visível da congestão; o real gargalo se encontra em um ponto mais adiante do sistema.

Gargalos Criados na Base do Arbitrário!

Os gargalos que enfrentamos hoje não são apenas problemas clínicos ou físicos; são frutos de políticas mal estruturadas e desenhos de fluxo equivocados, um verdadeiro exemplo de “escassez artificial”. Veja como essas “escolhas de design” se materializam: as altas costumam ocorrer em horários específicos, apenas para agradar rotinas administrativas; aprovações para transferências estão disponíveis apenas durante horários comerciais; e a coordenação do transporte e dos cuidados pós-agudos operam separadamente da prontidão clínica.

Cada uma dessas decisões pode parecer sensata à primeira vista. Mas, juntas, formam um sistema onde leitos existem, mas não estão disponíveis. Isso não é falta de recursos; é uma falha de design gritante!

Quatro Injustiças que Geram ‘Falsos Gargalos’!

Dentro das organizações de saúde, essas interrupções percebidas geralmente se concentram em quatro padrões principais: políticas ultrapassadas que foram criadas para outro tempo e nunca revisadas; métricas desalinhadas que priorizam “vitórias” departamentais em detrimento do fluxo total do sistema; planejamento isolado que foca em partes individuais da jornada do paciente em lugar do resultado final; e uma aversão ao risco que leva à inércia e ao medo de decidir.

Do Caos à Necessidade de Fluxo!

As organizações que realmente funcionam reconhecem que simplesmente adicionar mais leitos a um sistema falido só amplifica a ineficiência. É chegada a hora de migrar do pensamento de “capacidade” para um foco em “fluxo”. Os líderes precisam mudar o olhar, do uso para o movimento: não é apenas ficar com as camas ocupadas; o objetivo deve ser garantir a movimentação dos pacientes! Medir atividades é menos importante do que medir a eficácia com que os pacientes atravessam o sistema.

Reflexão Final: O Que Está Realmente Acontecendo?

As filas intermináveis, as emergências superlotadas e o burnout dos clínicos não devem ser considerados meros inconvenientes operacionais. Na verdade, são problemas de qualidade profundamente enraizados em um sistema mal projetado.

Se você faz parte de uma organização enfrentando gargalos permanentes, não se contente em perguntar como contorná-los ou como financiar mais capacidade. Tenha coragem de fazer a pergunta que realmente importa: “Que tipo de pensamento trouxe esse gargalo até aqui?”

Fonte do Artigo: GESTÃO DA QUALIDADE

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