A Verdade por Trás da Simplicidade: O Famoso Amygdala de Ockham
O Mistério da Complexidade Desvendado!
Atente para a realidade: cheira a engano!
Você já ouviu falar na famosa Lâmina de Ockham? Essa pérola do século XIV, que nos diz que quando diversas explicações aparecem, o melhor a fazer é começar pela mais simples! Mas, será que esse princípio mágico é aproveitado de verdade por quem está no comando? O que vemos hoje em dia é uma puxada dramática para a complexidade, tudo para desviar o olhar do que realmente importa!
Na trajetória pelo mundo do Lean, a complexidade se torna uma armadilha da qual é difícil escapar. Em tempos idos, lembro-me de uma situação humilhante em que fui chamado para resolver o enigma de uma máquina que simplesmente não ligava. Após verificar todos os circuitos e peças elétricas, quase estávamos prontos para abrir a máquina em pedaços quando um operador, sem muita cerimônia, soltou a bomba: a máquina estava desconectada! Um simples plugue resolveu nosso dilema! É de chorar de vergonha, não é mesmo?
Estoque Excessivo: O Pesadelo da Produção
E não para por aí! A história se repete com o estoque excessivo. Sempre que estamos diante da montanha de produtos encalhados, a culpa é facilmente jogada nos forecasts ruins, na variabilidade da cadeia de suprimentos ou nas oscilações de demanda. Mas, a pergunta crucial que todos devem se fazer é: será que estamos produzindo mais do que precisamos? E, adivinha? A resposta é um sonoro SIM!
A Lâmina de Ockham e o Gemba: A Verdade Revelada!
O que é genial na Lâmina de Ockham é que ela se alinha perfeitamente com o princípio Lean que defende que devemos “ir ver por nós mesmos”. Em vez de perdermos tempo em reuniões infindáveis ou chamadas em que nada se resolve, que tal ir direto ao local do problema e observar com os próprios olhos? Porém, atenção! Usar a Lâmina de Ockham não é desculpa para simplificar a esmo. Dizendo que “o operador errou” é uma visão rasinha e despreparada. Na verdade, o que realmente acontece é que o processo, ou a ausência dele, é que permite esses desastres.
Portanto, se você, leitor, se deparar com um problema, ainda bem que você agora sabe: vá até o gemba e se pergunte: “Qual é a explicação mais simples que se encaixa no que estamos vendo?” Se começar por aí, quem sabe você não encontrará a solução com bem menos dor de cabeça!

























































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































